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segunda-feira, 4 de março de 2019

Divulgação: Santa Bakhita (Porto Editora), de Véronique Olmi










Santa Bakhita 

A história real da escrava africana que foi canonizada pelo Papa João Paulo II, narrada por Véronique Olmi. 
Romance vencedor do Prémio FNAC. A 7 de março chega às livrarias pela Porto Editora Santa Bakhita, de Véronique Olmi, um romance que narra a história real de Josefina Bakhita, uma mulher nascida em Darfur nos finais do século XIX, vítima da escravidão ao longo de toda a sua vida em África e na Europa. Já em território europeu, foi capaz de dizer «não» a quem a mantinha escrava e tornou-se uma figura central na discussão pública sobre a escravatura. No fim de um ruidoso processo judicial, Bakhita vê-se, finalmente, livre e dedica-se a ajudar as crianças e os soldados feridos nas Guerras Mundiais. Canonizada pela mão do Papa João Paulo II, é hoje Santa Padroeira do Sudão, conhecida por todo o mundo como exemplo de resiliência e humildade. Santa Bakhita foi distinguido com o Prémio FNAC de literatura e finalista dos prestigiados Prémio Goncourt e Prémio Femina. 

SINOPSE 

Quando Bakhita foi raptada da sua aldeia natal, no Sudão, tinha apenas sete anos e estava longe de imaginar a extraordinária odisseia em que ia transformar-se a sua vida. Feita escrava pelos raptores, vendida, trocada e oferecida várias vezes, conheceu a maldade humana em toda a sua dimensão e sentiu-a na pele ao ser vítima da crueldade dos seus senhores. Anos mais tarde, um cônsul italiano comprou-a, e foi na Europa, depois de uma batalha judicial, que Bakhita voltou a conhecer a liberdade. Abraçou, então, a vida religiosa junto das Irmãs Canossianas, em Veneza, e atravessou o tumulto das duas guerras mundiais, consagrando a vida às crianças pobres e auxiliando os soldados feridos. É essa história que Véronique Olmi conta de forma tocante neste seu romance, que em 2017 venceu o Prémio Fnac e foi finalista dos Prémios Femina e Goncourt – a história de uma criança feliz que veio a passar pelos maiores sofrimentos, mas que acabou canonizada por João Paulo II.  



A AUTORA 

Véronique Olmi nasceu em Nice, França, em 1962, e vive atualmente em Paris. Tem escrito peças de teatro, romances e novelas. A sua obra encontra-se atualmente traduzida em vinte idiomas, sendo os seus textos dramáticos representados em França e em vários palcos internacionais. O primeiro romance que publicou, Bord de Mer (2001), recebeu o Prémio Alain-Fournier. Uma década depois, ganhou o Prémio Maison de la Presse com o livro Cet Èté-Là. 

Na imprensa: 

«Com um tom e um encanto estilístico muito pessoal, Véronique Olmi oferece aos leitores um romance atual, vivo, impregnado de violência, de aspereza, com um ritmo marcado pelo ímpeto das pancadas, das humilhações, dos gritos e da dor.» Actualitté 

«Ao fecharmos o romance de Véronique Olmi, é sobretudo a fé na escrita que sai renovada – aquela escrita que gravou definitivamente no nosso espírito o nome de uma pequena escrava que não tinha nome.» Télérama 

«Véronique Olmi retrata a vida de Bakhita, nascida no século xix e raptada aos sete anos no Darfur. Escrava, empregada doméstica e, depois, religiosa, consagrou a vida às crianças pobres e foi canonizada por João Paulo II. Um romance emocionante.» Paris Match 



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