"Relato de Certos Factos" (Quetzal), de Yasmina Reza, é um fio de missangas a desfilar pelos dedos e olhos …
Chamemos-lhe tribo. A partir de certo momento da nossa vida, passamos a pertencer à tribo do livro. Desde aquele dia…
Caberá um romance na estrutura do conto? “O Medo do Céu” (Alfaguara), de Fleur Jaeggy (n.1940, Zurique), tem na tens…
A banalidade dos dias tem muita beleza. É preciso olhar com atenção e extrair o belo do quotidiano. Margarida Ferra…
Michel Desmurget (1965) defende a leitura prazerosa como pilar de leitura assídua. "Ponham-nos a Ler!" (Con…
A Arte de Entrevistar A mediação do sentido numa entrevista acontece dentro de determinados parâmetros (extensão da e…
O que é a cultura e para que serve? É das perguntas mais difíceis de responder e uma das interrogações que mais divis…
Talvez tudo o que tenhamos garantido seja a viagem. E dá medo. “A viagem – o grande panda e o pequeno dragão” (editad…
Acaba-se a leitura com uma pergunta: se não estivesse tão ligada à auto-ficção, teria tanto impacto? E uma outra: Se …
"Pequenas Coisas como Estas", de Claire Keegan, tem o brilho de uma jóia preciosa Deixe-me começar pelo fim…
“O Rosto de Deus”, de Roger Scruton: tentar olhar para Deus sabendo que se falha Olhar para uma presença que não se c…
"Acolher": Claire Keegan faz tanto com tão pouco Depois de “Pequenas Coisas como Estas”, “Acolher” é um nov…
“Os Vampiros”: A insaciável sede de sangue. Dizem que quem vê caras não vê corações. No caso de “Os Vampiros” (C…